8 de mar. de 2011
Amo-te
"Ao dizerdes a alguém 'amo-te', ou o dizes indiferentemente, sem sinceridade - ou o dizes com intensidade, com ardor; e se a outra pessoa se mostra indiferente, não há então comunhão entre ambos. Só é possível a comunhão quando ambas as partes se mostram igualmente 'intensas', e não indiferentes ou reservadas. Quando um e outro dão generosamente, isso produz uma extraordinária 'intensidade'; já não há 'um que dá e outro que recebe'."
A libertação dos condicionamentos, de J. Krishnamurti (Ed. I.C.K.)
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